sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Os genes falam mais alto?

No passado sábado tivemos o casamento de um primo querido. A missão da J. foi entregar as alianças. Ciente e orgulhosa da sua responsabilidade comportou-se mais do que à altura, atirando por terra todos os receios dos pais, vóvota e titi-vóvó.
Já na segunda enquanto se preparava para ir para a escola, decidiu pegar num canudo de cartão do papel higiénico e fazer dele microfone para a sua reportagem.
As primeiras perguntas foram de imediato sobre o vestido da noiva:
- Estava bonita, não estava?
- E o príncipe também, não era?
A vóvota não escapou ao interrogatório, mas decidiu entrar na onda das perguntas:
- E a vóvota não estava linda?
A "repórter" de 3 anos e meio, apressou-se a manter o tema da conversa e respondeu à entrevistada com ar sério e crescido:
- Vóvota, não estou a falar disso agora.
Uma vez mais as gargalhadas foram difíceis de conter, bem como, o meu aperto no coração de a ver instintivamente fazer o que já fiz como profissão.

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