quinta-feira, 21 de março de 2013

A morte...

... faz-nos sempre reflectir sobre a vida. Mesmo quando quem parte viveu muito.
Os anos passam e a 9 dias de fazer 36 anos faço um rewind e um flashforward à minha (ainda curta) vida. Olho para o que me aconteceu e para os que partem e fico com a certeza que apesar de a morte ser a coisa mais certa que temos na vida, é importante pensarmos nela quando estamos vivos.

O que queremos que sintam quando partirmos? Não podemos assumir que quem mais amamos sinta a nossa falta senão os fizermos sentir amados, até lá.

O que queremos deixar de legado quando partirmos? Simplesmente existir não é um legado. É preciso fazer "obra". Mesmo que ela seja pequena, dentro de nós, com e com quem nos rodeia no nosso "mundinho". Não precisamos ser Einstein's, nem Princesas Dianas ou Michael Jackson's. Basta sermos fieis a nós próprios, vivermos com vontade e dar-mos o coração a quem queremos.

(Para mim) Amar e ser amado tem de ser a maior obra da vida. Porque,afinal, quando alguém parte o que é que fica senão a memória do amor e das coisas que se fizeram com amor?

2 comentários:

  1. Olá Irina,
    Descobri hoje o seu blogue. Não consigo imaginar o que é estar no seu corpo, na sua alma, e por isso não queria deixar nenhum comentário banal. Depois cheguei a este post. E sorri, porque me lembrei do que tinha escrito: "As minhas filhas são educadas no respeito pelo outro, no dever de respeitar opções diferentes das nossas sem considerações ou avaliações, no esforço para fazer melhor, na obrigação de não fazer mal intencionalmente e na procura da bondade e da solidariedade. Falamos muitas vezes nisto e nunca precisei de usar a palavra Deus para lhes explicar que a conduta e a moral é aquilo que nos distingue. Aquilo que fazemos ao longo da vida é aquilo que deixamos como herança."
    Um abraço.

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